25 de abril de 2026

CONTA DE LUZ FICARÁ MAIS CARA EM MAIO DE 2026

Consumidores pagarão adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh devido à bandeira amarela


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou no dia 24/0/026, que a bandeira tarifária de maio será amarela, o que deixará a conta de luz mais cara para os consumidores brasileiros.

Com a mudança, haverá cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a agência, a decisão foi tomada por causa da redução das chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que diminui a geração de energia pelas hidrelétricas e exige maior acionamento das usinas termelétricas, que têm custo de produção mais elevado.

Bandeira verde havia sido mantida até abril

De janeiro a abril de 2026, a bandeira tarifária permaneceu verde, sem cobrança extra na conta de energia, refletindo condições mais favoráveis de geração no país.

Agora, com a piora no cenário hidrológico, a Aneel optou pelo acionamento da bandeira amarela.

Entenda como funciona a cobrança

As bandeiras tarifárias indicam o custo real da produção de energia no país.

Quando há maior disponibilidade de água nos reservatórios e maior geração hidrelétrica, a bandeira tende a permanecer verde, sem cobrança adicional.

Já em períodos de menor volume de chuvas, quando é necessário acionar termelétricas, a conta de luz pode receber cobranças extras, como ocorre agora com a bandeira amarela.

Com a mudança, a Aneel reforçou a importância de hábitos mais eficientes no consumo de energia, para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.

O que significa cada cor e quanto custa?

- Bandeira verde - condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

- Bandeira amarela - condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

- Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido;

- Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Exame Online - Por: Exame - Imagem: https://www.sosconsumidor.com.br/images/



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18 de abril de 2026

27,5 MILHÕES DE PESSOAS INADIMPLENTES NO BRASIL ESTÃO COM O NOME NEGATIVADO

Perfil indica endividamento pulverizado, com maior concentração entre 36 e 45 anos


O Brasil tem pelo menos 27,5 milhões de pessoas com o nome negativado e dívidas médias em torno de R$ 1,1 mil, segundo levantamento da Assertiva obtido pela CNN. Os dados mostram que o endividamento no país é disseminado, recorrente e concentrado em valores baixos.

Ao longo de 2025, esses CPFs foram consultados 57,3 milhões de vezes, o equivalente a cerca de duas consultas por pessoa no período, o que indica dificuldade de saída da inadimplência.

O perfil dos endividados é praticamente equilibrado entre homens (50,74%) e mulheres (49,26%), sem predominância significativa de gênero. A maior concentração está na faixa de 36 a 45 anos, que reúne 22,77% dos casos, seguida pelos grupos de 46 a 55 anos (18,44%) e acima de 65 anos (18,23%).

Os dados também mostram que a inadimplência não está concentrada em grandes dívidas. Entre consumidores com apenas uma pendência, o valor médio é de R$ 1.167,67. Para quem tem duas dívidas, a média cai para R$ 813,40 por débito, e segue diminuindo conforme o número de dívidas aumenta.

Na prática, isso indica um padrão de múltiplas pequenas dívidas acumuladas, mais ligado ao orçamento cotidiano das famílias do que a financiamentos de maior valor.

“Apesar do valor médio das dívidas girar em torno de mil reais, o que pode parecer moderado em termos individuais, a alta concentração de pessoas endividadas indica que o problema é estrutural e atinge uma parcela significativa da força de trabalho do país”, diz a Assertiva.

Uma amostra mais detalhada, com 651 mil CPFs, mostra que esse grupo concentra 2,7 milhões de dívidas. Em casos extremos, há registros de pessoas com mais de 2 mil débitos em aberto, o que evidencia situações de superendividamento.

Esse perfil tem impacto direto sobre a economia. Consumidores negativados têm acesso mais restrito ao crédito e tendem a reduzir gastos, o que limita a recuperação do consumo — um dos principais motores do crescimento.

“A situação evidencia que muitas famílias e trabalhadores vivem sob constante pressão financeira, o que pode comprometer seu poder de consumo, a capacidade de poupança e a estabilidade econômica geral”, frisa a companhia.

É nesse contexto que o governo discute um novo pacote de medidas voltado à renegociação de dívidas das famílias. A nova versão do programa de renegociação, o chamado Desenrola 2.0, está em fase final de elaboração e deve incluir descontos nas dívidas e mecanismos para evitar que os beneficiários voltem a se endividar.

O retorno do programa vem após o diagnóstico de que o endividamento voltou a crescer mesmo depois que as pessoas saíram da inadimplência.

Segundo dados do Banco Central, compilados pela CNN, em menos de dois anos do fim do programa, o calote novo superou em 15% o total renegociado. Hoje, o sistema bancário tem a marca alarmante – e recorde – de R$ 171,4 bilhões em operações de crédito com atrasos superiores a 90 dias nos pagamentos. O dado é de fevereiro de 2026.

Entre as propostas em análise do governo está a criação de uma espécie de “trava” para restringir o acesso a linhas de crédito mais caras, como o rotativo do cartão e o cheque especial, além de contrapartidas para incentivar educação financeira.

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: CNN Brasil - Por: CNN Brasil - Imagem: https://i0.wp.com/portalmie.com/


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11 de abril de 2026

ANVISA DETERMINA SUSPENSÃO E RECOLHIMENTO DE LOTE DE DIPIRONA E OUTROS MEDICAMENTOS

Nota aponta a presença de material estranho não dissolvido à formulação do medicamento de lote específico 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, no dia 07/04/2026, a suspensão da comercialização de um lote de dipirona produzido pela empresa Hypofarma.

O anúncio foi feito por meio de nota publicada no Diário Oficial da União.

A Anvisa determinou o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/ml, correspondente a caixas com 100 ampolas de 2 ml de solução, produzido pela empresa farmacêutica.

A medida inclui ainda a suspensão da comercialização, distribuição e uso do lote 24112378 do produto.

De acordo com a Resolução (RE) 1.380/2026, foi identificado um desvio de qualidade devido à presença de material particulado, ou seja, não dissolvido, estranho à formulação do medicamento.

A dipirona monoidratada em ampola é um medicamento analgésico e antitérmico injetável, indicada para dores aguda, crônica e febre. A medicação é comumente usada em clínicas e hospitais, sendo administrada por via intravenosa ou intramuscular.

Em nota, a Hypofarma destacou que a ocorrência apontada pela resolução está relacionada a um único lote. “A empresa reforça que todos os seus produtos são fabricados em conformidade com rigorosos padrões técnicos e regulatórios estabelecidos pelas autoridades sanitárias competentes”.

Ainda de acordo com o comunicado, a empresa segue investindo na modernização de seus processos produtivos e na incorporação de novas tecnologias industriais, “com foco na excelência operacional e no aprimoramento constante de seus controles de qualidade”.

Outros medicamentos suspensos

Na mesma resolução, publicada no Diário Oficial, a Anvisa também determinou a suspensão de outros medicamentos manipulados por outras empresas do setor.

Lotes de ésteres de testosterona, nandrolona, tirzepatida, semaglutida e outros medicamentos manipulados por diferentes empresas também foram suspensos. Alguns ainda devem passar por ações de fiscalização e apreensão.

Sob supervisão de Thiago Félix

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: CNN Brasil e vanguardaaltotiete.com.br/ - Por: CNN Brasil e Supervisão de Thiago Félix - Imagem: https://vanguardaaltotiete.com.br/


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4 de abril de 2026

PASSAGENS AÉREAS DEVEM SUBIR ATÉ 20% APÓS DISPARADA NO PREÇO DO QUEROSENE DE AVIAÇÃO

Reajuste anunciado pela Petrobras no querosene de aviação (QAV) chega a 55%; setor alerta para impacto imediato nos custos operacionais e no bolso dos passageiros


Viajar de avião vai ficar mais caro para o brasileiro. Após o anúncio de um aumento expressivo no valor do querosene de aviação (QAV) pela Petrobras, as companhias aéreas projetam que o preço das passagens pode sofrer uma elevação média de 20%.

O reajuste no combustível, que é o principal insumo do setor, foi de aproximadamente 55%. A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Embora as empresas afirmem que não conseguirão repassar o valor integralmente de uma só vez, o impacto é inevitável, dado que o combustível representa cerca de 45% dos custos totais de uma operação aérea.

"Os gastos para transportar um passageiro por quilômetro vão aumentar aproximadamente 20%. Como quase metade das despesas das companhias aéreas é com o QAV, o custo operacional deve subir nessa proporção", afirma Andre Castelini, sócio da Bain&Company.

Segundo o especialista, ainda não é possível dizer se os repasses serão imediatos ou ocorrerão de forma gradual, já que o processo depende da ocupação dos voos e da avaliação de cada companhia aérea.

Para suavizar os efeitos do aumento e, possivelmente, conter os preços ao consumidor, a Petrobras anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos das distribuidoras. Além disso, o governo avalia outras medidas para reduzir os impactos, como a redução de impostos do setor.

Principais fatores que tornam as passagens aéreas caras no Brasil

- Custos Dolarizados e QAV: O combustível (QAV) representa cerca de 30% dos custos das companhias e é atrelado ao preço internacional do petróleo e ao dólar. Como as empresas brasileiras compram combustível e pagam pelo aluguel das aeronaves em dólares, a alta do câmbio impacta diretamente o preço final.

- Concentração de Mercado (Oligopólio): Poucas empresas dominam a oferta de voos no país, o que reduz a concorrência e permite preços mais altos.

- Carga Tributária e Logística: Impostos, taxas de embarque e custos de infraestrutura no Brasil estão entre os mais altos do mundo.

- Alta Demanda e Oferta Restrita: Com voos mais cheios e menos aviões disponíveis, a lei da oferta e procura eleva os preços.

A notícia do Correio 24 Horas indica que esse cenário de custos altos deve persistir no curto prazo, dificultando a queda no preço das passagens. (Comentário de Hermes Zanona)

Possível mudança de hábitos dos consumidores

Especialistas apontam que o aumento chega em um momento delicado, no qual as companhias ainda tentam se recuperar dos prejuízos acumulados durante a pandemia de Covid-19. Com a nova alta, a tendência é que o consumidor final mude seus hábitos de consumo, buscando alternativas como o transporte rodoviário ou viagens de carro para trechos curtos.

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Jovem Pan, G1 e Correio 24 horas – Comentário: Hermes Zanona - Imagem: https://i.ytimg.com/


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