27 de junho de 2026

CONTA DE LUZ - BANDEIRA TARIFÁRIA DE JULHO CONTINUARÁ AMARELA. EM AGOSTO TERÁ DESCONTO COM BÔNUS DE ITAIPU

A conta de luz de julho continuará com o acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh. Em agosto as contas com consumo médio mensal de 116 kWh devem receber um crédito de cerca de R$ 9,16, devido ao "bônus de Itaipu"


(Por G1) - A bandeira tarifária para o mês de julho será amarela

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou no dia 26/06/2026 que a bandeira tarifária para o mês de julho continuará amarela. Com isso, a conta de luz dos brasileiros continua com o acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh.

A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

Como funciona o sistema de cores

O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

Saiba quanto custa cada bandeira

Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:

- Bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;

- Bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora)     utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);

- Bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);

- Bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).

A distribuição do “Bônus de Itaipu” ocorrerá em agosto

As contas de luz de agosto terão um alívio de R$ 767,2 milhões com o chamado "bônus de Itaipu", segundo informações divulgadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no dia 25/06/2026.

Pelos cálculos da Aneel, consumidores com consumo médio mensal de 116 kWh — próximo à média dos beneficiários — devem receber um crédito de cerca de R$ 9,16.

O bônus de Itaipu é um crédito distribuído anualmente a milhões de consumidores residenciais e rurais. O valor é calculado com base no saldo da conta de comercialização da energia gerada pela usina hidrelétrica binacional no ano anterior.

Em 2025, o saldo da conta de Itaipu chegou a R$ 1,29 bilhão.

Antes da distribuição do crédito aos consumidores, R$ 524,4 milhões foram descontados do total para formar uma reserva técnica financeira para 2026. Segundo a Aneel, esse mecanismo foi criado para reduzir os impactos de variações no fluxo de caixa e na tarifa da usina.

A homologação dos valores está prevista para a reunião da diretoria da Aneel na próxima terça-feira dia 30/06/2026, conforme a pauta divulgada na quinta-feira. A agência ainda não informou qual será o impacto do bônus na conta de luz de cada consumidor. (Por G1)

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: G1 - Por: G1 - Imagem: https://www.sosconsumidor.com.br/images/



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20 de junho de 2026

ANVISA DETERMINA RECOLHIMENTO DE LOTES DE ANTIBIÓTICOS E FECHA LABORATÓRIO DE FERTILIZAÇÃO IN VITRO

Medida atinge os injetáveis Polycid, Fosfato de Clindamicina e Solução Fisiológica de Clroreto de Sódio. Também fechou dois Centros de Reprodução Assistida em Manaus-AM


(Por Carta Capital) - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou no dia 18/06/2026 o recolhimento de dois medicamentos antibióticos por desvio de qualidade. Os produtos não podem ser vendidos, distribuídos ou utilizados.

A resolução da agência, publicada no Diário Oficial da União, atinge o lote 2519879 do antibiótico Polycid, fabricado pela União Química Farmacêutica Nacional. O medicamento, de uso injetável, é usado para tratar infecções graves.

De acordo com o texto, a Anvisa recebeu comunicado de recolhimento voluntário iniciado pelo próprio fabricante por conta da presença de um pedaço de vidro no interior do frasco do medicamento.

A resolução atinge ainda o lote 24101854 do antibiótico Fosfato de Clindamicina 150 mg/ml solução injetável (caixa com 50 ampolas), fabricado pela Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda.

Segundo a publicação, foi confirmado desvio referente à solução de cor amarelada, incluindo a presença de corpos estranhos e precipitados no interior do frasco lacrado do medicamento.

Em nota, a Hypofarma informou que a resolução está sendo tratada em conformidade com os protocolos regulatórios aplicáveis e em alinhamento com a autoridade sanitária.

“A companhia mantém colaboração integral com os órgãos competentes e segue adotando todas as medidas adequadas e cabíveis no âmbito de seus processos internos e regulatórios”.

Outro produto alvo da resolução é a solução fisiológica de cloreto de sódio Equiplex – 9mg/ml, produzida pela Equiplex Indústria Farmacêutica Ltda. Segundo a Anvisa, o lote 2513588 (validade 30/6/2027) apresentou desvio de qualidade e deve ser recolhido.

“O produto também não pode ser vendido, distribuído ou utilizado”, destacou a agência em nota à nossa reportagem. (Por Carta Capital)

(Por Metropoles) - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, no 17/06/22026, o fechamento de dois centros de reprodução assistida em Manaus, no Amazonas. Ambos operavam ilegalmente e apresentavam irregularidades graves.

La Vitta Centro de Reprodução Humana

No La Vitta, foram encontradas pragas no laboratório de fertilização in vitro. Além disso, a fiscalização identificou uma série de falhas graves:

As doadoras de óvulos não realizavam sequer exames para detectar doenças transmissíveis e alterações genéticas. Medicamentos de controle especial eram armazenados em condições inadequadas. A responsabilidade técnica junto ao Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM-AM) estava vencida. O centro também não possuía licenciamento sanitário e operava com sistema de monitoramento de embriões criopreservados ineficaz, com parâmetros de armazenamento abaixo dos níveis recomendados, comprometendo a qualidade do material biológico.

A unidade foi interditada cautelarmente até que as deficiências sejam sanadas.

Clínica Fêmina

A segunda unidade interditada, a Clínica Fêmina, realizava procedimentos de reprodução humana sem possuir nenhum licenciamento sanitário, o que impedia a fiscalização adequada dos protocolos de segurança. (Por Metropoles)

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Carta Capital e Metropoles - Por: Carta Capital e Metropoles - Imagem: https://statics.otvfoco.com.br/

 

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14 de junho de 2026

TAXA MÉDIA DE JUROS DO EMPRÉSTIMO PESSOAL CHEGOU A 162,17% AO ANO EM JUNHO DE 2026

Pesquisa do Procon-SP aponta taxa média de 8,36% ao mês no crédito pessoal e alerta consumidores para os riscos do endividamento diante da oferta facilitada de crédito


Por Procon-SP) - A taxa média do empréstimo pessoal praticada pelos principais bancos do País chegou a 162,17% ao ano em junho de 2026, segundo pesquisa divulgada pela Fundação Procon-SP.

Embora tenha sido registrada uma redução em relação ao mês anterior, os juros continuam em patamar elevado, exigindo atenção dos consumidores antes da contratação de crédito.

O levantamento realizado pelo Procon-SP avaliou as taxas máximas pré-fixadas praticadas por Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander para clientes pessoa física não preferenciais. Os dados foram coletados em 2 de junho de 2026.

A taxa média do empréstimo pessoal ficou em 8,36% ao mês, equivalente a 162,17% ao ano, apresentando redução de 0,23 ponto percentual em comparação ao levantamento anterior.

No cheque especial, a taxa média permaneceu em 8,00% ao mês, equivalente a 151,82% ao ano.

Todos os bancos pesquisados mantiveram os mesmos percentuais observados no mês anterior – ele corresponde ao limite estabelecido pelo Banco Central por meio do texto fixado para cobrança de juros conforme resolução em vigor desde 2020.

Veja o relatório do Procon-SP clicando no link oficial: https://www.procon.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/RTTXJUROS0626.pdf

A divulgação da pesquisa ocorre após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic para 14,50% ao ano, em reunião realizada no final de abril.

Apesar desse movimento, o Procon-SP alerta que as taxas cobradas ao consumidor permanecem muito elevadas.

Como orientação, os especialistas do Procon-SP recomendam cautela diante das facilidades oferecidas pelas instituições financeiras, como limites pré-aprovados e ampliação automática do cheque especial, evitando que o consumidor comprometa excessivamente sua renda e acabe enfrentando situações de endividamento. (Por Procon-SP)

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Procon-SP - Por: Procon-SP - Imagem: https://th.bing.com/ 



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7 de junho de 2026

DECISÃO DO STF SOBRE APOSENTADORIA ESPECIAL PODE LIBERAR BENEFÍCIO NEGADO ANTERIORMENTE

A decisão do STF que derrubou a idade mínima na aposentadoria especial do INSS imposta na reforma da Previdência de 2019 deve beneficiar segurados que tiveram o benefício negado pela Previdência Social e abre brecha para pedidos de revisão


(Por Folha Online) - Em julgamento no dia 03/06/22026, os ministros consideraram inconstitucional o artigo 19 que impõe idade mínima no benefício especial para segurados que ingressaram no mercado de trabalho após novembro de 2019, quando as novas regras começaram a valer, além da pontuação mínima para quem se aposenta na regra de transição.

Especialistas ouvidos pela Folha apontam o que deve mudar e quem pode ser beneficiado. Eles recomendam, no entanto, que os segurados esperem o final do julgamento para fazer pedidos à Previdência, já que ainda cabem recursos, como os chamados embargos de declaração. Além disso, é preciso fazer os cálculos, em caso de revisão, para saber se vale a pena.

O Supremo derrubou a idade mínima, mas manteve o cálculo da aposentadoria especial, que reduz a renda final na aposentadoria em comparação com a regra anterior à reforma, assim como confirmou que trabalhos em atividades com risco à saúde realizados após 13 de novembro de 2019 não podem ser convertidos para antecipar a aposentadoria comum.

A aposentadoria especial é um benefício concedido ao segurado que trabalha em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física. Ela é devida a quem tem carteira assinada pelo regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ao trabalhador avulso e ao contribuinte individual caso seja filiado a cooperativa de trabalho ou de produção.

Para ter direito, a exposição aos agentes nocivos precisa ocorrer de forma habitual e permanente, e ser provada com documentos. A documentação exigida depende do período. Desde 1º de janeiro de 2004 é exigido o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário).

Segundo a advogada Adriane Bramante, especialista em aposentadoria especial e conselheira da OAB-SP e do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), a derrubada da idade mínima afeta tanto a regra permanente, pós-reforma, quanto o sistema de pontos criado para a transição.

"Quando o STF julga inconstitucional o artigo 19 e não exige mais idade mínima para a aposentadoria especial, ele consequentemente derruba a regra de pontos", afirma.

Ela explica que segurados que estavam aguardando completar a idade mínima ou a pontuação exigida poderão agora requerer o benefício, desde que já tenham cumprido o tempo de exposição necessário. "Os casos dos segurados que estão aguardando idade mínima porque não completaram pontos ou não completaram a regra de transição podem agora fazer o requerimento", diz.

Segundo Adriane, segurados aposentados podem avaliar a possibilidade de pedir revisão, mas é necessário analisar cada caso, porque o cálculo não muda, segue sendo de 60% mais 2% a cada ano extra de contribuição. "Quem se aposentou pela regra de transição precisa verificar se há vantagem na revisão", afirma. (Por Folha Online)... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Folha Online - Por: Folha Online - Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/  

 

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3 de junho de 2026

ANVISA SUSPENDE LOTES DE MEDICAMENTOS PARA PRESSÃO, CÂNCER DE MAMA E ÁGUA MINERAL

A medida proíbe a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos de diversos lotes. Veja quais são!


(Por Jovem Pan) - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou no dia 02/06/2026 a suspensão da venda, da distribuição e do uso de lotes de medicamentos para controle de pressão e para câncer.

Órgão também suspendeu o lote 8891/25 da Água para Infusão SOL INFUS IV CX 35 BOLS PVC SIST, da Indústria Farmacêutica S/A.

Procurados, alguns fabricantes não se manifestaram. O espaço permanece aberto para manifestação.

Mesilato de Eribulina

Segundo o órgão, uma das proibições envolve o lote 148386 do medicamento Halaven (mesilato de eribulina) – 0,5mg/ml SOL INJ CT FA VD TRANS X 2ML.

O produto, fabricado pela United Medical Ltda, é usado no tratamento de câncer de mama. “A empresa já comunicou o recolhimento voluntário do medicamento em razão de desvio de qualidade relacionado ao teor do princípio ativo abaixo da especificação aprovada”, disse a Anvisa. A medida proíbe a comercialização, a distribuição e o uso do produto.

Maleato de Enalapril

Os lotes 0062/26M, 0063/26M, 0064/26M, 0088/26M, 0089/26M, 0358/26M, 0415/26M, 0506/26M e 0507/26M do medicamento maleato de enalapril – 20 MG COM CT BL AL PLAS TRANS X 500 (EMB HOSP), usado para controle de pressão arterial, também foram suspensos pela Anvisa.

Segundo o fabricante, Hipolabor Farmacêutica Ltda, houve desvio de qualidade em virtude de inconsistência textual na embalagem secundária. As embalagens apresentam equivocadamente a indicação de “10 mg” na descrição de composição.

“Além de suspender a venda do medicamento, a medida proíbe a comercialização, a distribuição e o uso do produto”, afirma a Anvisa.

Água para Infusão

A Anvisa suspendeu ainda o lote 8891/25 da Água para Infusão SOL INFUS IV CX 35 BOLS PVC SIST, da Indústria Farmacêutica S/A.

Segundo o órgão, laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz apresentou resultado insatisfatório no ensaio sobre o aspecto do produto. “A medida prevê o recolhimento do produto, além de proibir a venda, a distribuição e o uso”.

Cápsulas de Óleo de Pequi

A resolução da Agência também determinou a apreensão de todos os lotes do medicamento cápsulas de óleo de pequi produzidas pela R T.K Indústria de Cosméticos e Alimentos Naturais Ltda.

O produto não tem registro, notificação ou cadastro na Anvisa e é fabricado por empresa sem autorização de funcionamento. “A medida impede ainda a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso do medicamento”, disse a Anvisa. (Por Jovem Pan)

(Por G1) - Água Mineral Crystal

Anvisa determinou também o recolhimento de lote de água mineral Crystal após identificar bactéria... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Jovem Pan e G1 - Por: Jovem Pan e G1 - Imagem: https://conteudo.imguol.com.br/

 

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23 de maio de 2026

DADOS DE MILHÕES DE SEGURADOS DO INSS VAZAM APÓS FALHA DE SEGURANÇA

Uma falha de segurança na plataforma digital do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) permitiu o vazamento de dados de milhares de segurados do órgão


(Por Folha Online) - O incidente foi comunicado à ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados), mas ainda não era público e foi confirmado à Folha pelo próprio instituto.

O INSS não informou o número exato de segurados que tiveram suas informações expostas indevidamente, sob o argumento de que a Dataprev, empresa estatal que faz a gestão dos sistemas da Previdência Social, continua fechando um relatório sobre o episódio.

Em nota, porém, o órgão afirma que 97% dos dados expostos se referiam a cidadãos falecidos e que os casos envolvendo segurados sem registro de óbito (ou seja, vivos) ficaram em cerca de 50 mil, menos de 3% do total. A partir desses números, é possível calcular que o vazamento alcançou até 1,666 milhão de segurados.

Técnicos ouvidos sob reserva falam em exposição indevida de dados de aproximadamente 2 milhões.

A ANPD disse que informações individualizadas sobre eventuais incidentes de segurança "não são passíveis de divulgação pública", sob a justificativa de preservar a segurança institucional e a integridade dos sistemas afetados. "A divulgação de informações técnicas sensíveis sobre sistemas, vulnerabilidades e medidas de segurança adotadas pelas instituições envolvidas pode comprometer a segurança de pessoas, organizações e das próprias infraestruturas afetadas", afirmou.

A Dataprev afirmou que informações sobre incidentes de segurança "possuem caráter sigiloso", mas confirmou que "há um evento de segurança em fase de apuração envolvendo a plataforma Meu INSS". "Como a verificação ainda está em andamento, não é possível, neste momento, antecipar informações sobre eventual volumetria ou impacto", disse.

Segundo o INSS, o incidente foi identificado em 22 de abril pela Dataprev e que as "devidas providências" foram adotadas no mesmo dia. Além da comunicação à ANPD, obrigatória em casos como esse, o instituto não detalhou outras eventuais providências tomadas para sanar as causas do vazamento.

De acordo com técnicos ouvidos pela Folha sob condição de anonimato, a falha ocorria quando um terceiro tentava apresentar, em nome do segurado, um requerimento de benefício, como aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-reclusão (pago a dependentes de segurados de baixa renda que estão presos em regime fechado).

Ao digitar o CPF do beneficiário, o sistema exibia outras informações do cadastro daquele indivíduo, como nome completo e data de nascimento. Em alguns casos, era possível até mesmo visualizar o histórico de vínculos empregatícios do segurado, com data de início e término de cada um.

Vídeos de advogados e atravessadores ensinando o "truque" ou a "estratégia" para acessar as informações circulam nas redes sociais desde o ano passado e chegaram ao conhecimento da Dataprev nas últimas semanas.

Segundo os técnicos, há a suspeita de que alguns indivíduos, cientes da falha no sistema, passaram a usar robôs para introduzir uma série de CPFs e minerar as demais informações dos cadastros.

Segundo o INSS, do total de CPFs acessados, 97% eram de cidadãos já falecidos. (Por Folha Online)... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Folha Online - Por: Folha Online - Imagem: https://www.sosconsumidor.com.br/images/

 

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16 de maio de 2026

YPÊ COMEÇA A REEMBOLSAR CLIENTES QUE COMPRARAM LOTES AFETADOS - VEJA COMO

Consumidores já começaram a receber de volta os valores pagos em produtos Ypê afetados pela suspensão da Anvisa, com base na decisão que Rejeitou o Recurso Administrativo da empresa 


(Por Folha Online) - Para solicitar o reembolso, é necessário preencher o formulário do site Ypê | Comunicado aos nossos consumidores e clientes fornecendo o nome completo, CPF, telefone, e-mail, chave Pix, endereço e dados do produto. Fotos da nota fiscal e do lote contaminado são opcionais. Na sequência, o cliente receberá um e-mail para confirmar a chave Pix que receberá o pagamento e o tipo de produto.

No teste da Folha Online, a restituição veio um dia útil após o e-mail de confirmação, em nome da fabricante Química Amparo, dona da marca, via Pix.

Procurada, a Ypê não comenta se todos os consumidores conseguirão reembolso, nem se a empresa fará o recolhimento dos lotes nas casas. A orientação da Anvisa e de especialistas em saúde é não jogar fora os produtos, sob risco de contaminação.

A agência suspendeu, no dia 07/05/2026, a fabricação e venda de detergentes, lava roupas e desinfetantes líquidos com lotes de numeração final 1 da marca. A Química Amparo, porém, entrou com Recurso Administrativo, com efeitos suspensivos. (Por Folha Online)

(Por G1) - A Diretoria Colegiada da Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária decidiu por unanimidade de votos, na última sexta-feira dia 15/05/2026, manter a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de linhas de detergentes, sabões líquidos e desinfetantes da Ypê com lotes de fabricação final 1.

Nos votos, os diretores afirmaram que as medidas adotadas pela empresa foram “insuficientes”, citaram um “histórico recorrente de contaminação microbiológica” e defenderam que os riscos sanitários identificados pela fiscalização ainda não foram superados.

Apesar de manter a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos produtos, a diretoria suspendeu a obrigação de recolhimento imediato dos lotes.

Com isso, segundo os diretores, a empresa deverá apresentar um plano de ação baseado em análise de risco para o recolhimento dos produtos, permitindo acompanhamento técnico e eventual liberação gradual lote a lote. A decisão vale para todos os lotes de detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes com numeração final 1. (Por G1)

(Por Folha Online) - A Ypê mesmo assim disponibilizou um SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para tirar dúvidas e encaminhar clientes para o formulário. Os telefones são 0800-002-6071 (atendimento 24h), 0800-278-0024 (de segunda a domingo, das 9h às 18h), ou 0800-130-0544 (de segunda a sexta, das 9h às 17h).

Nos testes da reportagem, foi difícil conseguir completar a ligação, já que a linha estava lotada. A empresa diz que está com alta demanda e que triplicou sua capacidade de atendimento nos últimos dias.

De acordo com a Anvisa, os lotes que terminam com o número 1 dos produtos abaixo causam risco aos consumidores:

O consumidor deve verificar o número do lote na embalagem. Se o código terminar em 1, o item entra na determinação da Anvisa e o produto não deve ser utilizado. O número do lote costuma estar carimbado com a letra L (referente a lote).

Segundo a agência, inspeções identificaram descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas na garantia da qualidade, produção e controle de qualidade. A Anvisa afirma que isso pode gerar risco de contaminação microbiológica dos produtos, podendo causar doenças ou irritações.

A recomendação da Anvisa é suspender imediatamente o uso dos lotes atingidos e procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para orientações sobre devolução e recolhimento. (Por Folha Online)

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Folha Online e G1 - Por: Folha Online e G1 - Imagem: https://www.sosconsumidor.com.br/images/


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9 de maio de 2026

ENTENDA O QUE MOTIVOU A ANVISA SUSPENDER A PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS YPÊ

Em inspeção feita em abril de 2026, fiscais da Anvisa identificaram falhas no controle microbiológico da fábrica em Amparo (SP). A agência não cita nova detecção da bactéria, mas apontou risco sanitário pelas fragilidades no processo de produção


(Por G1) - Anvisa suspende fabricação e determina recolhimento de produtos Ypê por falhas na produção.

A inspeção que levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a suspender a fabricação e determinar o recolhimento de produtos da Ypê foi motivada por um "histórico de contaminação microbiológica" registrado na empresa em novembro de 2025.

A informação foi confirmada ao G1 pela agência nesta última quinta-feira 07/05/2026.

A medida abrange todos os lotes com numeração final 1 de detergentes, sabões líquidos e desinfetantes fabricados na unidade da Química Amparo, em Amparo, no interior de São Paulo.

Em novembro do ano passado, a fabricante havia anunciado um recolhimento voluntário cautelar de lotes específicos de lava-roupas líquidos após identificar a bactéria Pseudomonas aeruginosa nos produtos.

Segundo a Anvisa, a inspeção atual foi realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026, em ação conjunta com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo (CVS-SP), o Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e a Vigilância Sanitária Municipal de Amparo.

Os fiscais avaliaram principalmente as linhas de produtos líquidos — lava-louças, lava-roupas e desinfetantes fabricados na mesma unidade.

A Anvisa identificou descumprimentos relevantes das chamadas “Boas Práticas de Fabricação”, como fragilidades nos sistemas de garantia da qualidade, controle de qualidade, limpeza, sanitização, validação e controle microbiológico.

Esses são, segundo a Anvisa, aspectos diretamente relacionados à prevenção de desvios microbiológicos, ou seja, de falhas que permitem a contaminação dos produtos por microrganismos.

ENTENDA

As "Boas Práticas de Fabricação" (BPF) da Anvisa são um conjunto de normas, princípios e procedimentos técnicos obrigatórios que garantem a segurança, qualidade e eficácia de produtos como medicamentos, alimentos, cosméticos e saneantes.

Elas atuam preventivamente em toda a cadeia produtiva para evitar contaminações e riscos à saúde do consumidor.

As medidas adotadas — recolhimento, suspensão da fabricação, da comercialização, da distribuição e do uso — foram classificadas pela agência como preventivas e proporcionais.

Após o episódio de novembro de 2025, a Anvisa acompanhou o recolhimento voluntário e recebeu da empresa informações sobre as quantidades recolhidas e a destinação dos produtos.

O caso seguiu em monitoramento sanitário, o que motivou a nova inspeção para avaliar se as Boas Práticas de Fabricação estavam sendo cumpridas e se as medidas tomadas pela empresa eram efetivas. 

Na última quinta-feira dia 07/05/2026, a Ypê manifestou "indignação com a decisão", classificou a medida como "arbitrária e desproporcional" e informou que vai recorrer.

A empresa afirma ter laudos de análises independentes que comprovam que os produtos são "totalmente seguros e adequados para consumo". 

O que é a bactéria encontrada em novembro de 2025... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: G1 - Por: G1 - Imagem: https://cdn.voxms.com.br/

 

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5 de maio de 2026

NOVO DESENROLA 2.0 - 90% DE DESCONTO ATÉ R$ 15 MIL E INCLUI EMPRESAS QUE FATURAM ATÉ R$ 4,8 MILHÕES

A nova versão do Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas dos brasileiros e empresas cria novas formas de renegociação de dívidas, amplia prazos de pagamento e facilita o acesso ao crédito


(Por Folha Online) - O novo programa dará descontos de até 90% na dívida de consumidores com bancos, vai limpar o nome de quem deve até R$ 100 e permitirá o uso de até 20% do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou até R$ 1.000 — o que for maior — para pagar os débitos. Serão liberados até R$ 8,2 bilhões do fundo para quitação de dívidas.

O prazo para pagamento da primeira parcela após a negociação será de 35 dias. O valor renegociado (após descontos) será de até R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira. A adesão deve ser feita diretamente pelos canais oficiais dos bancos.

O programa, contido em uma MP (medida provisória) assinada pelo Presidente da República nesta segunda, entrará em vigor na terça-feira (5) e terá duração de 90 dias. Ele foi estruturado em quatro modalidades, destinadas a famílias, estudantes, micro e pequenas empresas e agricultores.

Serão elegíveis, na principal modalidade, pessoas com renda de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105 mensais. Com a medida, o governo mira atingir a classe média.

"Por que não inclui mais gente? Porque você vai incluir pouca gente a mais, com dívidas muito grandes [...]. Ao fazer esse recorte, eu otimizo o recurso que está sendo mobilizado para isso, garanto juros menor, busco eficiência do programa e atendo mais de 90% da população brasileira. Me parece muito razoável", disse o Ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Essa modalidade foi denominada Desenrola Famílias.

DESENROLA FAMÍLIAS

Poderão ser renegociadas dívidas atrasadas de 91 dias a dois anos, contratadas até 31 de janeiro de 2026, por meio de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal. A expectativa é beneficiar até 20 milhões de pessoas nessa linha.

Os juros terão teto de 1,99%, como antecipou a Folha. Para dívidas de cartão de crédito rotativo e cheque especial, os descontos vão de 40% a 90%. No caso do crédito pessoal, os abatimentos ficam entre 30% e 80%. De acordo com Durigan, o desconto médio vai ser de 65% nas operações.

Quem aderir ao programa de renegociação de dívidas ficará proibido por um ano de fazer apostas online, nas chamadas bets. As instituições deverão também, como contrapartida, proibir o envio de recursos a casas de apostas via cartão de crédito, crédito parcelado, Pix crédito e Pix parcelado.

O prazo de parcelamento da dívida após o desconto será de até quatro anos. O governo irá limpar o nome (desnegativar) de quem tem dívida de até R$ 100, assim como foi feito na primeira versão do Desenrola.

O programa contará com garantia do FGO (Fundo de Garantia de Operações) para cobrir eventuais calotes na renegociação, reduzindo o risco para os bancos e permitindo o barateamento do crédito.

Já está disponível uma parcela de R$ 2 bilhões do FGO para ser usado em caso de inadimplência, e o governo poderá fazer novos aportes, no valor de até R$ 5 bilhões. Segundo Moretti, não há impacto fiscal imediato. O equivalente a 1% do valor garantido pelo FGO deverá ser destinado pelas instituições a ações de educação financeira... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Exame Online e G1 - Por: Exame e G1 - Imagem: https://crn1.com.br/

 

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25 de abril de 2026

CONTA DE LUZ FICARÁ MAIS CARA EM MAIO DE 2026

Consumidores pagarão adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh devido à bandeira amarela


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou no dia 24/0/026, que a bandeira tarifária de maio será amarela, o que deixará a conta de luz mais cara para os consumidores brasileiros.

Com a mudança, haverá cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a agência, a decisão foi tomada por causa da redução das chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que diminui a geração de energia pelas hidrelétricas e exige maior acionamento das usinas termelétricas, que têm custo de produção mais elevado.

Bandeira verde havia sido mantida até abril

De janeiro a abril de 2026, a bandeira tarifária permaneceu verde, sem cobrança extra na conta de energia, refletindo condições mais favoráveis de geração no país.

Agora, com a piora no cenário hidrológico, a Aneel optou pelo acionamento da bandeira amarela.

Entenda como funciona a cobrança

As bandeiras tarifárias indicam o custo real da produção de energia no país.

Quando há maior disponibilidade de água nos reservatórios e maior geração hidrelétrica, a bandeira tende a permanecer verde, sem cobrança adicional.

Já em períodos de menor volume de chuvas, quando é necessário acionar termelétricas, a conta de luz pode receber cobranças extras, como ocorre agora com a bandeira amarela.

Com a mudança, a Aneel reforçou a importância de hábitos mais eficientes no consumo de energia, para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.

O que significa cada cor e quanto custa?

- Bandeira verde - condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

- Bandeira amarela - condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

- Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido;

- Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Exame Online - Por: Exame - Imagem: https://www.sosconsumidor.com.br/images/



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