16 de maio de 2026

YPÊ COMEÇA A REEMBOLSAR CLIENTES QUE COMPRARAM LOTES AFETADOS - VEJA COMO

Consumidores já começaram a receber de volta os valores pagos em produtos Ypê afetados pela suspensão da Anvisa, com base na decisão que Rejeitou o Recurso Administrativo da empresa 


(Por Folha Online) - Para solicitar o reembolso, é necessário preencher o formulário do site Ypê | Comunicado aos nossos consumidores e clientes fornecendo o nome completo, CPF, telefone, e-mail, chave Pix, endereço e dados do produto. Fotos da nota fiscal e do lote contaminado são opcionais. Na sequência, o cliente receberá um e-mail para confirmar a chave Pix que receberá o pagamento e o tipo de produto.

No teste da Folha Online, a restituição veio um dia útil após o e-mail de confirmação, em nome da fabricante Química Amparo, dona da marca, via Pix.

Procurada, a Ypê não comenta se todos os consumidores conseguirão reembolso, nem se a empresa fará o recolhimento dos lotes nas casas. A orientação da Anvisa e de especialistas em saúde é não jogar fora os produtos, sob risco de contaminação.

A agência suspendeu, no dia 07/05/2026, a fabricação e venda de detergentes, lava roupas e desinfetantes líquidos com lotes de numeração final 1 da marca. A Química Amparo, porém, entrou com Recurso Administrativo, com efeitos suspensivos. (Por Folha Online)

(Por G1) - A Diretoria Colegiada da Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária decidiu por unanimidade de votos, na última sexta-feira dia 15/05/2026, manter a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de linhas de detergentes, sabões líquidos e desinfetantes da Ypê com lotes de fabricação final 1.

Nos votos, os diretores afirmaram que as medidas adotadas pela empresa foram “insuficientes”, citaram um “histórico recorrente de contaminação microbiológica” e defenderam que os riscos sanitários identificados pela fiscalização ainda não foram superados.

Apesar de manter a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos produtos, a diretoria suspendeu a obrigação de recolhimento imediato dos lotes.

Com isso, segundo os diretores, a empresa deverá apresentar um plano de ação baseado em análise de risco para o recolhimento dos produtos, permitindo acompanhamento técnico e eventual liberação gradual lote a lote. A decisão vale para todos os lotes de detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes com numeração final 1. (Por G1)

(Por Folha Online) - A Ypê mesmo assim disponibilizou um SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para tirar dúvidas e encaminhar clientes para o formulário. Os telefones são 0800-002-6071 (atendimento 24h), 0800-278-0024 (de segunda a domingo, das 9h às 18h), ou 0800-130-0544 (de segunda a sexta, das 9h às 17h).

Nos testes da reportagem, foi difícil conseguir completar a ligação, já que a linha estava lotada. A empresa diz que está com alta demanda e que triplicou sua capacidade de atendimento nos últimos dias.

De acordo com a Anvisa, os lotes que terminam com o número 1 dos produtos abaixo causam risco aos consumidores:

O consumidor deve verificar o número do lote na embalagem. Se o código terminar em 1, o item entra na determinação da Anvisa e o produto não deve ser utilizado. O número do lote costuma estar carimbado com a letra L (referente a lote).

Segundo a agência, inspeções identificaram descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas na garantia da qualidade, produção e controle de qualidade. A Anvisa afirma que isso pode gerar risco de contaminação microbiológica dos produtos, podendo causar doenças ou irritações.

A recomendação da Anvisa é suspender imediatamente o uso dos lotes atingidos e procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para orientações sobre devolução e recolhimento. (Por Folha Online)

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Folha Online e G1 - Por: Folha Online e G1 - Imagem: https://www.sosconsumidor.com.br/images/


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9 de maio de 2026

ENTENDA O QUE MOTIVOU A ANVISA SUSPENDER A PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS YPÊ

Em inspeção feita em abril de 2026, fiscais da Anvisa identificaram falhas no controle microbiológico da fábrica em Amparo (SP). A agência não cita nova detecção da bactéria, mas apontou risco sanitário pelas fragilidades no processo de produção


(Por G1) - Anvisa suspende fabricação e determina recolhimento de produtos Ypê por falhas na produção.

A inspeção que levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a suspender a fabricação e determinar o recolhimento de produtos da Ypê foi motivada por um "histórico de contaminação microbiológica" registrado na empresa em novembro de 2025.

A informação foi confirmada ao G1 pela agência nesta última quinta-feira 07/05/2026.

A medida abrange todos os lotes com numeração final 1 de detergentes, sabões líquidos e desinfetantes fabricados na unidade da Química Amparo, em Amparo, no interior de São Paulo.

Em novembro do ano passado, a fabricante havia anunciado um recolhimento voluntário cautelar de lotes específicos de lava-roupas líquidos após identificar a bactéria Pseudomonas aeruginosa nos produtos.

Segundo a Anvisa, a inspeção atual foi realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026, em ação conjunta com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo (CVS-SP), o Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e a Vigilância Sanitária Municipal de Amparo.

Os fiscais avaliaram principalmente as linhas de produtos líquidos — lava-louças, lava-roupas e desinfetantes fabricados na mesma unidade.

A Anvisa identificou descumprimentos relevantes das chamadas “Boas Práticas de Fabricação”, como fragilidades nos sistemas de garantia da qualidade, controle de qualidade, limpeza, sanitização, validação e controle microbiológico.

Esses são, segundo a Anvisa, aspectos diretamente relacionados à prevenção de desvios microbiológicos, ou seja, de falhas que permitem a contaminação dos produtos por microrganismos.

ENTENDA

As "Boas Práticas de Fabricação" (BPF) da Anvisa são um conjunto de normas, princípios e procedimentos técnicos obrigatórios que garantem a segurança, qualidade e eficácia de produtos como medicamentos, alimentos, cosméticos e saneantes.

Elas atuam preventivamente em toda a cadeia produtiva para evitar contaminações e riscos à saúde do consumidor.

As medidas adotadas — recolhimento, suspensão da fabricação, da comercialização, da distribuição e do uso — foram classificadas pela agência como preventivas e proporcionais.

Após o episódio de novembro de 2025, a Anvisa acompanhou o recolhimento voluntário e recebeu da empresa informações sobre as quantidades recolhidas e a destinação dos produtos.

O caso seguiu em monitoramento sanitário, o que motivou a nova inspeção para avaliar se as Boas Práticas de Fabricação estavam sendo cumpridas e se as medidas tomadas pela empresa eram efetivas. 

Na última quinta-feira dia 07/05/2026, a Ypê manifestou "indignação com a decisão", classificou a medida como "arbitrária e desproporcional" e informou que vai recorrer.

A empresa afirma ter laudos de análises independentes que comprovam que os produtos são "totalmente seguros e adequados para consumo". 

O que é a bactéria encontrada em novembro de 2025... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: G1 - Por: G1 - Imagem: https://cdn.voxms.com.br/

 

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5 de maio de 2026

NOVO DESENROLA 2.0 - 90% DE DESCONTO ATÉ R$ 15 MIL E INCLUI EMPRESAS QUE FATURAM ATÉ R$ 4,8 MILHÕES

A nova versão do Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas dos brasileiros e empresas cria novas formas de renegociação de dívidas, amplia prazos de pagamento e facilita o acesso ao crédito


(Por Folha Online) - O novo programa dará descontos de até 90% na dívida de consumidores com bancos, vai limpar o nome de quem deve até R$ 100 e permitirá o uso de até 20% do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou até R$ 1.000 — o que for maior — para pagar os débitos. Serão liberados até R$ 8,2 bilhões do fundo para quitação de dívidas.

O prazo para pagamento da primeira parcela após a negociação será de 35 dias. O valor renegociado (após descontos) será de até R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira. A adesão deve ser feita diretamente pelos canais oficiais dos bancos.

O programa, contido em uma MP (medida provisória) assinada pelo Presidente da República nesta segunda, entrará em vigor na terça-feira (5) e terá duração de 90 dias. Ele foi estruturado em quatro modalidades, destinadas a famílias, estudantes, micro e pequenas empresas e agricultores.

Serão elegíveis, na principal modalidade, pessoas com renda de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105 mensais. Com a medida, o governo mira atingir a classe média.

"Por que não inclui mais gente? Porque você vai incluir pouca gente a mais, com dívidas muito grandes [...]. Ao fazer esse recorte, eu otimizo o recurso que está sendo mobilizado para isso, garanto juros menor, busco eficiência do programa e atendo mais de 90% da população brasileira. Me parece muito razoável", disse o Ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Essa modalidade foi denominada Desenrola Famílias.

DESENROLA FAMÍLIAS

Poderão ser renegociadas dívidas atrasadas de 91 dias a dois anos, contratadas até 31 de janeiro de 2026, por meio de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal. A expectativa é beneficiar até 20 milhões de pessoas nessa linha.

Os juros terão teto de 1,99%, como antecipou a Folha. Para dívidas de cartão de crédito rotativo e cheque especial, os descontos vão de 40% a 90%. No caso do crédito pessoal, os abatimentos ficam entre 30% e 80%. De acordo com Durigan, o desconto médio vai ser de 65% nas operações.

Quem aderir ao programa de renegociação de dívidas ficará proibido por um ano de fazer apostas online, nas chamadas bets. As instituições deverão também, como contrapartida, proibir o envio de recursos a casas de apostas via cartão de crédito, crédito parcelado, Pix crédito e Pix parcelado.

O prazo de parcelamento da dívida após o desconto será de até quatro anos. O governo irá limpar o nome (desnegativar) de quem tem dívida de até R$ 100, assim como foi feito na primeira versão do Desenrola.

O programa contará com garantia do FGO (Fundo de Garantia de Operações) para cobrir eventuais calotes na renegociação, reduzindo o risco para os bancos e permitindo o barateamento do crédito.

Já está disponível uma parcela de R$ 2 bilhões do FGO para ser usado em caso de inadimplência, e o governo poderá fazer novos aportes, no valor de até R$ 5 bilhões. Segundo Moretti, não há impacto fiscal imediato. O equivalente a 1% do valor garantido pelo FGO deverá ser destinado pelas instituições a ações de educação financeira... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Exame Online e G1 - Por: Exame e G1 - Imagem: https://crn1.com.br/

 

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25 de abril de 2026

CONTA DE LUZ FICARÁ MAIS CARA EM MAIO DE 2026

Consumidores pagarão adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh devido à bandeira amarela


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou no dia 24/0/026, que a bandeira tarifária de maio será amarela, o que deixará a conta de luz mais cara para os consumidores brasileiros.

Com a mudança, haverá cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a agência, a decisão foi tomada por causa da redução das chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que diminui a geração de energia pelas hidrelétricas e exige maior acionamento das usinas termelétricas, que têm custo de produção mais elevado.

Bandeira verde havia sido mantida até abril

De janeiro a abril de 2026, a bandeira tarifária permaneceu verde, sem cobrança extra na conta de energia, refletindo condições mais favoráveis de geração no país.

Agora, com a piora no cenário hidrológico, a Aneel optou pelo acionamento da bandeira amarela.

Entenda como funciona a cobrança

As bandeiras tarifárias indicam o custo real da produção de energia no país.

Quando há maior disponibilidade de água nos reservatórios e maior geração hidrelétrica, a bandeira tende a permanecer verde, sem cobrança adicional.

Já em períodos de menor volume de chuvas, quando é necessário acionar termelétricas, a conta de luz pode receber cobranças extras, como ocorre agora com a bandeira amarela.

Com a mudança, a Aneel reforçou a importância de hábitos mais eficientes no consumo de energia, para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.

O que significa cada cor e quanto custa?

- Bandeira verde - condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

- Bandeira amarela - condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

- Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido;

- Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Exame Online - Por: Exame - Imagem: https://www.sosconsumidor.com.br/images/



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18 de abril de 2026

27,5 MILHÕES DE PESSOAS INADIMPLENTES NO BRASIL ESTÃO COM O NOME NEGATIVADO

Perfil indica endividamento pulverizado, com maior concentração entre 36 e 45 anos


O Brasil tem pelo menos 27,5 milhões de pessoas com o nome negativado e dívidas médias em torno de R$ 1,1 mil, segundo levantamento da Assertiva obtido pela CNN. Os dados mostram que o endividamento no país é disseminado, recorrente e concentrado em valores baixos.

Ao longo de 2025, esses CPFs foram consultados 57,3 milhões de vezes, o equivalente a cerca de duas consultas por pessoa no período, o que indica dificuldade de saída da inadimplência.

O perfil dos endividados é praticamente equilibrado entre homens (50,74%) e mulheres (49,26%), sem predominância significativa de gênero. A maior concentração está na faixa de 36 a 45 anos, que reúne 22,77% dos casos, seguida pelos grupos de 46 a 55 anos (18,44%) e acima de 65 anos (18,23%).

Os dados também mostram que a inadimplência não está concentrada em grandes dívidas. Entre consumidores com apenas uma pendência, o valor médio é de R$ 1.167,67. Para quem tem duas dívidas, a média cai para R$ 813,40 por débito, e segue diminuindo conforme o número de dívidas aumenta.

Na prática, isso indica um padrão de múltiplas pequenas dívidas acumuladas, mais ligado ao orçamento cotidiano das famílias do que a financiamentos de maior valor.

“Apesar do valor médio das dívidas girar em torno de mil reais, o que pode parecer moderado em termos individuais, a alta concentração de pessoas endividadas indica que o problema é estrutural e atinge uma parcela significativa da força de trabalho do país”, diz a Assertiva.

Uma amostra mais detalhada, com 651 mil CPFs, mostra que esse grupo concentra 2,7 milhões de dívidas. Em casos extremos, há registros de pessoas com mais de 2 mil débitos em aberto, o que evidencia situações de superendividamento.

Esse perfil tem impacto direto sobre a economia. Consumidores negativados têm acesso mais restrito ao crédito e tendem a reduzir gastos, o que limita a recuperação do consumo — um dos principais motores do crescimento.

“A situação evidencia que muitas famílias e trabalhadores vivem sob constante pressão financeira, o que pode comprometer seu poder de consumo, a capacidade de poupança e a estabilidade econômica geral”, frisa a companhia.

É nesse contexto que o governo discute um novo pacote de medidas voltado à renegociação de dívidas das famílias. A nova versão do programa de renegociação, o chamado Desenrola 2.0, está em fase final de elaboração e deve incluir descontos nas dívidas e mecanismos para evitar que os beneficiários voltem a se endividar.

O retorno do programa vem após o diagnóstico de que o endividamento voltou a crescer mesmo depois que as pessoas saíram da inadimplência.

Segundo dados do Banco Central, compilados pela CNN, em menos de dois anos do fim do programa, o calote novo superou em 15% o total renegociado. Hoje, o sistema bancário tem a marca alarmante – e recorde – de R$ 171,4 bilhões em operações de crédito com atrasos superiores a 90 dias nos pagamentos. O dado é de fevereiro de 2026.

Entre as propostas em análise do governo está a criação de uma espécie de “trava” para restringir o acesso a linhas de crédito mais caras, como o rotativo do cartão e o cheque especial, além de contrapartidas para incentivar educação financeira.

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: CNN Brasil - Por: CNN Brasil - Imagem: https://i0.wp.com/portalmie.com/


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11 de abril de 2026

ANVISA DETERMINA SUSPENSÃO E RECOLHIMENTO DE LOTE DE DIPIRONA E OUTROS MEDICAMENTOS

Nota aponta a presença de material estranho não dissolvido à formulação do medicamento de lote específico 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, no dia 07/04/2026, a suspensão da comercialização de um lote de dipirona produzido pela empresa Hypofarma.

O anúncio foi feito por meio de nota publicada no Diário Oficial da União.

A Anvisa determinou o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/ml, correspondente a caixas com 100 ampolas de 2 ml de solução, produzido pela empresa farmacêutica.

A medida inclui ainda a suspensão da comercialização, distribuição e uso do lote 24112378 do produto.

De acordo com a Resolução (RE) 1.380/2026, foi identificado um desvio de qualidade devido à presença de material particulado, ou seja, não dissolvido, estranho à formulação do medicamento.

A dipirona monoidratada em ampola é um medicamento analgésico e antitérmico injetável, indicada para dores aguda, crônica e febre. A medicação é comumente usada em clínicas e hospitais, sendo administrada por via intravenosa ou intramuscular.

Em nota, a Hypofarma destacou que a ocorrência apontada pela resolução está relacionada a um único lote. “A empresa reforça que todos os seus produtos são fabricados em conformidade com rigorosos padrões técnicos e regulatórios estabelecidos pelas autoridades sanitárias competentes”.

Ainda de acordo com o comunicado, a empresa segue investindo na modernização de seus processos produtivos e na incorporação de novas tecnologias industriais, “com foco na excelência operacional e no aprimoramento constante de seus controles de qualidade”.

Outros medicamentos suspensos

Na mesma resolução, publicada no Diário Oficial, a Anvisa também determinou a suspensão de outros medicamentos manipulados por outras empresas do setor.

Lotes de ésteres de testosterona, nandrolona, tirzepatida, semaglutida e outros medicamentos manipulados por diferentes empresas também foram suspensos. Alguns ainda devem passar por ações de fiscalização e apreensão.

Sob supervisão de Thiago Félix

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: CNN Brasil e vanguardaaltotiete.com.br/ - Por: CNN Brasil e Supervisão de Thiago Félix - Imagem: https://vanguardaaltotiete.com.br/


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4 de abril de 2026

PASSAGENS AÉREAS DEVEM SUBIR ATÉ 20% APÓS DISPARADA NO PREÇO DO QUEROSENE DE AVIAÇÃO

Reajuste anunciado pela Petrobras no querosene de aviação (QAV) chega a 55%; setor alerta para impacto imediato nos custos operacionais e no bolso dos passageiros


Viajar de avião vai ficar mais caro para o brasileiro. Após o anúncio de um aumento expressivo no valor do querosene de aviação (QAV) pela Petrobras, as companhias aéreas projetam que o preço das passagens pode sofrer uma elevação média de 20%.

O reajuste no combustível, que é o principal insumo do setor, foi de aproximadamente 55%. A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Embora as empresas afirmem que não conseguirão repassar o valor integralmente de uma só vez, o impacto é inevitável, dado que o combustível representa cerca de 45% dos custos totais de uma operação aérea.

"Os gastos para transportar um passageiro por quilômetro vão aumentar aproximadamente 20%. Como quase metade das despesas das companhias aéreas é com o QAV, o custo operacional deve subir nessa proporção", afirma Andre Castelini, sócio da Bain&Company.

Segundo o especialista, ainda não é possível dizer se os repasses serão imediatos ou ocorrerão de forma gradual, já que o processo depende da ocupação dos voos e da avaliação de cada companhia aérea.

Para suavizar os efeitos do aumento e, possivelmente, conter os preços ao consumidor, a Petrobras anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos das distribuidoras. Além disso, o governo avalia outras medidas para reduzir os impactos, como a redução de impostos do setor.

Principais fatores que tornam as passagens aéreas caras no Brasil

- Custos Dolarizados e QAV: O combustível (QAV) representa cerca de 30% dos custos das companhias e é atrelado ao preço internacional do petróleo e ao dólar. Como as empresas brasileiras compram combustível e pagam pelo aluguel das aeronaves em dólares, a alta do câmbio impacta diretamente o preço final.

- Concentração de Mercado (Oligopólio): Poucas empresas dominam a oferta de voos no país, o que reduz a concorrência e permite preços mais altos.

- Carga Tributária e Logística: Impostos, taxas de embarque e custos de infraestrutura no Brasil estão entre os mais altos do mundo.

- Alta Demanda e Oferta Restrita: Com voos mais cheios e menos aviões disponíveis, a lei da oferta e procura eleva os preços.

A notícia do Correio 24 Horas indica que esse cenário de custos altos deve persistir no curto prazo, dificultando a queda no preço das passagens. (Comentário de Hermes Zanona)

Possível mudança de hábitos dos consumidores

Especialistas apontam que o aumento chega em um momento delicado, no qual as companhias ainda tentam se recuperar dos prejuízos acumulados durante a pandemia de Covid-19. Com a nova alta, a tendência é que o consumidor final mude seus hábitos de consumo, buscando alternativas como o transporte rodoviário ou viagens de carro para trechos curtos.

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Jovem Pan, G1 e Correio 24 horas – Comentário: Hermes Zanona - Imagem: https://i.ytimg.com/


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28 de março de 2026

CANETA EMAGRECEDORA MUDA HÁBITOS E GERA ADAPTAÇÕES EM NEGÓCIOS, DE ROUPA A REFEIÇÃO EM PÓ

Não é só o "cardápio Mounjaro" dos restaurantes. A mudança provocada nos hábitos de quem consome medicamentos à base de GLP-1 (o princípio ativo das canetas emagrecedoras) já está mexendo com diferentes segmentos da indústria e serviços para muito além do tamanho do prato


As iniciativas vão desde a valorização das proteínas nas refeições, ajustes de roupas com frequência quinzenal, sessões de eletroestimulação para combate à flacidez, aumento do número de drinks sem álcool e até o lançamento de uma refeição completa em pó, a ser misturada com água para permitir uma fácil digestão a quem não tem fome.

"Canetas emagrecedoras são algo tão disruptivo quanto a inteligência artificial, isso vai mexer muito com todo o mercado de consumo", diz Lucas Esteves, analista do Santander, responsável pela cobertura de empresas de varejo. O especialista lembra que cerca de 60% da população brasileira tem sobrepeso ou obesidade. Com a queda da patente do Ozempic neste mês, novos produtos vão surgir ainda este ano a preços mais acessíveis. Hoje, o tratamento começa em torno de R$ 1.000 por mês.

Ainda com preços proibitivos para a maioria da população, a categoria de medicamentos vem dando saltos de consumo no país. Em 2025, as vendas cresceram 42% em volume, para 8,7 milhões de unidades, segundo a consultoria Iqvia, que audita a venda de medicamentos.

A Abrafarma (Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias) estima que o mercado de canetas emagrecedoras tenha faturado R$ 10 bilhões no ano passado —85% disso movimentado pelas associadas da entidade, que são as maiores empresas do setor.

Com isso, as canetas já provocam mudanças na indústria e chamam a atenção do mercado financeiro. Até fevereiro, quase três dezenas de empresas de fora do setor de saúde mencionaram os medicamentos GLP-1 ou a perda de peso em suas teleconferências de resultados nos Estados Unidos, segundo a agência Reuters, um aumento em relação às 14 empresas no mesmo período do ano passado.

No Brasil, o tema também aparece. "A demanda por carne bovina está forte porque aumentamos a renda da população, pela tendência da nova geração querer comer mais proteína e por causa da adoção das novas drogas, como o GLP-1", afirmou o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, durante teleconferência de resultados no fim do ano passado.

O CEO do Pão de Açúcar, Alexandre Santoro, afirmou que as canetas reforçam a tendência de busca por uma alimentação com menos carboidratos e mais proteínas. Mas não só: as guloseimas também entram na transformação. "Em termos de indulgências, também é uma indulgência um pouco mais premium, muitas vezes", afirmou a analistas no mês passado.... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Folha Online - Imagem: https://tribunadonorte.com.br/


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21 de março de 2026

GOVERNO DÁ 48 HORAS PARA IPIRANGA, RAÍZEN E VIBRA EXPLICAREM ALTA ABRUPTA EM PREÇO DE COMBUSTÍVEIS

As três maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil receberam prazo de 48 horas para apresentar informações detalhadas ao Ministério da Justiça sobre o reajuste de preços que fizeram nos últimos dias


A ação ocorre em meio à escalada abrupta nos preços. Internamente, o governo identificou aumentos que considerou suspeitos e generalizados. A suspeita é que estes foram realizados antes mesmo de efeitos externos da guerra no Oriente Médio e, inclusive, em regiões onde não houve variação de custos de aquisição e refino.

Conforme informações obtidas pela Folha, a Vibra Energia, a Raízen e a Ipiranga, três gigantes responsáveis por cerca de 60% abastecimento nacional, foram oficialmente notificadas nesta quinta-feira (19), por volta das 12h, pela Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), para que entreguem levantamento detalhado de suas operações de vendas de combustíveis. Como se trata de dias corridos, cada uma das companhias terá até a tarde deste sábado (21) para fornecer os dados.

A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, que era controlada pela Petrobras, é a maior empresa do setor, com participação próxima de 22% do mercado e presença em milhares de postos em todo o território nacional. A Raízen, que é uma parceria entre Shell e Cosan, aparece na sequência, com cerca de 15% de mercado. A Ipiranga, do grupo Ultra, também tem cerca de 15% do setor, o que faz destas empresas as três maiores distribuidoras do país.

Qualquer movimento de preços dessas companhias, portanto, tem impacto instantâneo sobre os consumidores. A suspeita é que parte dos aumentos realizados pode ter sido abusiva, sem ter lastro efetivo na valorização do petróleo no mercado internacional ou na variação cambial em decorrência da guerra que se alastra no Oriente Médio.

Uma quarta distribuidora, a Larco Comercial de Produtos de Petróleo, que tem sede na Bahia e tem avançado no Nordeste, também foi notificada nesta quinta-feira, mas pediu prazo adicional de cinco dias para prestar as informações, ainda sem resposta.

As notificações enviadas às empresas exigem dados detalhados sobre volumes de combustíveis que foram solicitados pelos postos e efetivamente fornecidos. O governo também quer saber quais são os níveis de estoque, se houve atrasos na entrega e os critérios usados para o atendimento.

Em cada ofício, a Senacon pede que as empresas informem se houve pedidos não atendidos ou parcialmente atendidos, detalhando quantidades.

Questionada pela Folha, a Raízen confirmou que recebeu uma fiscalização em sua base no Distrito Federal na quarta-feira (18) e disse que "irá avaliar a situação e prestar os devidos esclarecimentos" à Senacon. "A empresa reforça seu compromisso com a transparência, a integridade e o respeito às normas legais em todas as suas operações e relacionamentos", afirmou... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Folha Online - Imagem: https://pt.org.br/


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14 de março de 2026

CRÉDITO DO TRABALHADOR: JUROS DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO MAIS QUE DOBRA ENTRE BANCOS, APONTA PROCON-SP

Empréstimo consignado é uma modalidade que apresenta taxas de juros mais baixos em relação ao empréstimo pessoal, mas é importante que este tipo de contratação seja feito com pesquisa, de forma consciente e com cautela


O Procon-SP constatou uma variação de mais de 100% na taxa mensal de juros dos contratos do Programa de Crédito do Trabalhador, em recente edição da pesquisa sobre empréstimo consignado de diversas modalidades. Entre as seis instituições envolvidas na iniciativa, para um prazo de 12 meses, a menor taxa foi de 3,19% ao mês, enquanto a maior foi de 6,61%.

Outra modalidade que se destaca é a do Empréstimo Consignado para funcionário de empresa privada; para um contrato de 12 meses, a menor taxa constatada foi de 3,19% ao mês, já a maior, de 7,11%; diferença que ultrapassa 100%. Este modelo de empréstimo também apresentou variação significativa para um prazo de 48 meses (maior e menor taxa de 6,91% e 3,19% ao mês, respectivamente).

O levantamento quadrimestral realizado pelos especialistas do Procon-SP abrange as seis principais instituições financeiras que atuam no Estado de São Paulo: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander.

São verificadas – para contratos com prazo de 12 e 48 meses – qual a taxa de juros máxima do empréstimo consignado para as seguintes modalidades: servidor público estadual; servidor público municipal (SP); servidor público federal; aposentado do INSS; funcionário de empresa privada; e Programa Crédito do Trabalhador. Nesta edição, a taxa de juros verificada foi a do dia 10 de fevereiro.

Veja aqui o relatório completo com dados e análises realizado pelo Procon-SP - Relatorio-Emp-Consignado-Fevereiro-NP-2026.pdf

Constatou-se que, para os contratos de prazo de 12 meses, a taxa média de juros mais baixa (1,84% ao mês) foi a de empréstimos para aposentados do INSS, coincidindo com a da categoria de servidor público federal. Já a taxa média mais alta foi de 5,23% ao mês para funcionário de empresa privada.

No caso dos contratos com prazo de 48 meses, a taxa média mais baixa foi a oferecida para o servidor público federal (1,78%), e a mais alta para funcionário de empresa privada (4,85%).

Análise comparativa de 4 meses

A comparação entre fevereiro de 2026 e outubro de 2025 – edição anterior da pesquisa – mostra que, para os contratos de 12 meses, houve aumento nas taxas médias do consignado para funcionários de empresas privadas (0,76 p.p.), do Programa Crédito do Trabalhador (0,44 p.p.) e do consignado para servidores públicos estaduais de São Paulo (0,13 p.p.).  As taxas do consignado para servidores públicos municipais e federais de São Paulo apresentaram leve queda no período (de 0,14 p.p. e 0,02 p.p., respectivamente).

Já nos contratos com prazo de 48 meses, para o mesmo período de comparação, os aumentos verificados foram nas taxas médias do consignado para funcionários de empresas privadas (0,79 p.p.), do Programa Crédito do Trabalhador (0,64 p.p.) e do consignado para servidores públicos municipais de São Paulo (0,01 p.p.). E as quedas constatadas foram nas taxas médias para servidores públicos federais (-0,33 p.p.) e para servidores públicos estaduais de São Paulo (-0,10 p.p.).

As taxas médias do consignado para aposentados do INSS permaneceram estáveis, sem variação, nos dois tipos de contrato.

Recomendações do Procon-SP... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Procon-SP - Imagem: https://www.sosconsumidor.com.br/images/


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7 de março de 2026

IMPOSTO DE RENDA 2025-2026 AINDA NÃO TERÁ ISENÇÃO PARA QUEM GANHA ATÉ R$ 5.000; ENTENDA

A declaração do Imposto de Renda de 2026 ano-base 2025, ainda não incluirá a nova isenção para quem ganha até R$ 5.000,00 por mês. Embora a medida tenha sido aprovada em 2025, ela só passou a valer no dia 1º de janeiro de 2026, e seus efeitos serão válidos para o IR a ser declarado a partir de 2027


Contribuintes que recebem entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 também passaram a pagar valor menor de imposto neste ano.

Na prática, isso significa que a declaração deste ano seguirá a movimentação financeira do contribuinte no ano anterior, considerando ganhos e gastos de 2025. As regras finais que obrigam o contribuinte a declarar serão divulgadas pela Receita Federal na próxima segunda-feira dia 16 de março de 2026.

No ano passado, esteve isento do pagamento do IR o contribuinte que ganhava até dois salários mínimos R$ 2.428,80, por mês, no acumulado do ano o valor é de R$ 28.467,20.

O especialista em tributação e contabilidade Mafrys Gomes, sócio do Grupo MCR Contabilidade e Auditoria, diz que a promessa de ampliação da faixa de isenção, no entanto, já tem gerado dúvidas entre contribuintes.

"Muitas pessoas acreditam que as novas regras já impactarão a declaração de 2026, mas isso não é verdade. Como estamos falando do ano-base 2025, as mudanças aprovadas recentemente só terão efeito prático na declaração que será entregue em 2027", explica Gomes.

O especialista afirma ainda que é comum a confusão entre a isenção do Imposto de Renda e a desobrigação de declarar o IR. Segundo Gomes, a nova regra trata da incidência do tributo, ou seja, a partir de qual valor se paga o imposto, mas não está ligada necessariamente à obrigação de declarar.

Isso acontece porque a obrigatoriedade de prestar contas à Receita não depende apenas da renda, há ainda uma série de regras —anunciadas ano a ano pelo fisco— que podem levar o contribuinte a declarar. Quem é obrigado e perde o prazo paga multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido no ano.

Mesmo que o contribuinte esteja dispensado de pagar imposto, o especialista diz que ele ainda pode ser obrigado a enviar a declaração em algumas situações, como ter bens ou direitos acima do limite legal, ter recebido rendimentos isentos ou tributados na fonte acima de valor determinado pelo fisco, ter tido lucro com a venda de bens sujeitos ao imposto, entre outras regras.

A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda só aparece na declaração entregue em 2027 por causa da diferença entre ano-calendário e ano-exercício.

Segundo Renato de Andrade Bento, advogado tributário do escritório Ronaldo Martins & Advogados, a lei que ampliou a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5.000 e concedeu desconto menor do IR para rendas entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026. Com isso, os novos benefícios passaram a incidir sobre rendimentos recebidos a partir de janeiro de 2026.

No entanto, a declaração entregue em 2026 se refere ao ano-base de 2025, período em que a nova lei ainda não estava em vigor... Continuar lendo »

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: Folha Online e InvestNews - Imagem: https://psgcontabil.com.br/

 

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28 de fevereiro de 2026

FORD DOS EUA FAZ RECALL DE 4,3 MILHÕES DE VEÍCULOS POR FALHA EM FREIO

Entre os modelos afetados estão alguns também vendidos no Brasil. As picapes Maverick, F-150, Ranger e a van E-Transit


Software defeituoso pode causar falha no sistema de freio de reboque e afetar iluminação externa. Picapes Maverick, F-150 e Ranger estão entre modelos atingidos nos EUA.

A Ford vai fazer um recall de 4,3 milhões de veículos nos Estados Unidos, segundo a agência Reuters. 

Um problema de software pode causar falhas nos freios e também afetar as luzes externas dos veículos ao usar um reboque.

O problema pode ocorrer ao rebocar um trailer. O módulo de reboque pode perder comunicação com o veículo, o que pode causar a perda das luzes de freio e de seta, ou a perda da função de frenagem no trailer. 

Segundo a Reuters, a Ford vai resolver o problema por meio de uma atualização de software.

Entre os modelos afetados estão alguns também vendidos no Brasil. As picapes Maverick, F-150, Ranger e a van E-Transit

O recall também inclui F-250, Lincoln Navigator e Expedition nos Estados Unidos. Todos produzidos entre 2021 e 2026.

O G1 consultou a Ford do Brasil para confirmar se as unidades vendidas no país fazem parte do recall. 

A empresa ainda não divulgou uma posição oficial. Assim que isso acontecer, esta notícia será atualizada.

Extraído: www.sosconsumidor.com.br/noticias/ - Fonte: G1 - Imagem: https://cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com/ 


 

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